terça-feira, 28 de setembro de 2010

Saudades na vida

Há coisas que sempre nos deixam saudades na vida:

  • Uma palavra secreta...
  • Uma tarde de leitura enquanto faz calor e chove lá fora...
  • Amar e ser amado...
  • Ter-se certezas de um futuro feliz...
  • Palavras doces...
  • Um presente num dia absolutamente normal...
  • Um sorriso com um brilho nos olhos...
  • A esperança de que tudo fica sempre bem...
  • Um afago no rosto...
  • Um beijo sem motivo...
  • O coração acelerado num abraço...
  • Ter uma música especial e dançar ao som dela...
  • Um reencontro com alguém especial...
  • Um objectivo alcançado...
  • Um elogio...
  • A certeza de um rumo...
  • Um abraço sentido...
  • A aceitação de como somos, como pensamos, e daquilo que desejamos...
  • Sintonia...
  • Partilha...
  • Alguém que pense em nós...
  • Inspiração inesperada...
  • Adormecer no calor de um aconchego...
  • Cafuné...
  • Um bom filme, deitado no sofá...
  • Um gesto simples que demonstre amor...
  • Ser feliz, por nada.


Sinto-me: Nostálgica

Doentinha... :(

Desde sábado que não me sinto lá grande coisa. Pensei mesmo que estaria a chocar uma gripe, com o nariz entupido, espirros e dores no corpo... Passei um dia de martírio, perdida de sono.
Domingo mantive-me por casa, e fiquei melhor.
Segunda estive em casa de dia, e à noite fui dar formação. E pronto, correu mal. Cheguei a casa novamente com dores no corpo, e hoje acordei pior. Garganta irritada, de acréscimo.
Isto vai bem, vai. Tenho de fazer um "Retiro da Constipação"...


Sinto-me: Doentinha...

Mudar uma Vida

Acredito que, em algum momento, já todos sentimos a necessidade de mudar algo na nossa vida, ou até mesmo mudar de vida.
Não sou diferente dos outros, há muito tempo que sinto isso. E de facto fui fazendo algumas mudanças, e os resultados não se revelaram os melhores... Por isso, resolvi tentar fazer algo, mas com ajuda.

Há três semanas peguei num livro que já tinha comprado há bastante tempo (nessa minha busca por direcção), mas que tinha morrido na prateleira, à espera de um pouco de atenção:


Doze Semanas para Mudar uma Vida
Augusto Cury

Este livro propõe que o seu leitor siga um programa que tem a duração de 12 semanas, em que cada semana tem um tema a ser trabalhado. Posso dizer que comecei mal. Demorei uma semana a ler a introdução. Depois, cheguei ao desafio da primeira semana, Ser autor da sua história: o resgate da liderança do «Eu». Encravei. Não quero lá muito saber do "eu". Estou cansada do "eu". E tenho de o resgatar...
Arrastei a leitura do capítulo, e a semana lá se passou sem fazer nada. Talvez se mandassem afogar o "eu"?...

Ontem à noite lá peguei e li. Não é tão mau como esperava. É o desafio da compreensão, da paciência, do silêncio. Mas o pior: controlar a vida. Exacto. Se soubesse como fazer isso, o livro nunca teria vindo comigo para casa.
Mas não há problema. Vou [tentar] fazer os exercícios que propõem, de reflexão. Cheira-me que vou deprimir (lol). Mas não há-de ter problema. Para a semana, já será a semana 2.


Sinto-me: Na semana 1.

domingo, 26 de setembro de 2010

Muda o tempo, muda-se a saúde.

Pois é, ontem foi um dia complicado para mim. Acordei várias vezes de madrugada, por causa de a Titi sentir frio. É oficial: o tempo está a mudar com a chegada do Outono... Nem quero pensar em como o tempo está a passar depressa.
E como é habitual quando o tempo muda, acordei mais tarde com os sinais da constipação. Mas desta vez, pior. Não podia ficar indiferente às dores que sentia no corpo. Mas o cenário muda ainda mais, quando temos marcado para essa noite a visita de familiares em nossa casa para jantar. Pois.
Lá andei nas compras tipo zombie, num mal-estar geral que nem sei definir. Já em casa, também foi interessante tratar das coisas para o jantar, quando tudo o que me apetecia era deitar-me...
E depois, o jantar, o convívio. O tempo foi passando, entre as dores no corpo e o sono extremo. Com uma criança a desafiar-me para brincar (é sempre assim com as crianças, tenho mel, hehe), e as energias a esgotarem rápido.
Acabei por me render no sofá, por vota das 3h. Não me lembro de nada, de adormecer, de as pessoas irem embora. Simplesmente, aterrei..

E hoje... Além de ter falhado a uma palestra à qual gostaria de ter ido assistir, estou K.O. E pior ainda quando se acorda nostálgico e confuso...
Lá se vão os planos para hoje.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Cara Nova

Resolvi pôr aqui uma cara nova... Vamos ver durante quanto tempo :)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Visitas

Este blog já apresenta uma contabilização de 1430 visitas... A julgar pelo número de comentários, são todas minhas.

Natureza Humana das Relações

As relações humanas são complicadas. Redes intrincadas de trocas, encontros, desencontros, correspondências e corações quebrados.
Está na natureza do ser humano o contacto entre si, a troca, a partilha. Aprendemos juntos, sonhamos juntos, destruímos juntos.
Muito se estuda e se descobre sobre o ser humano, e mesmo assim, ele continua a ser o maior mistério do mundo.
Somos de facto muito complexos. A diversidade de pensamentos, gostos e ideais é tão imensa, que mergulhamos num mar sem fim. Cada pessoa demonstra-se a cada minuto um universo particular, do qual nem o próprio percebe a verdadeira profundidade, ou os elementos que o compõem.
É difícil viver entre pessoas. Muito. É também difícil vivermos connosco próprios. E cansa. Muito.
E sabem o que acho mais incrível? É que no meio de tanto conflito que geramos uns com os outros, pelas nossas diferenças, acabamos por nem sequer nos dar conta de que todos queremos o mesmo. Todos queremos ser felizes. Todos queremos ser amados, e depois amar. E falhamos tão redondamente, na maioria dos casos…
Acredito que dos maiores problemas no meio de tudo sejamos nós, e o nosso egoísmo. Porque vivemos para nos satisfazer, para nos sentirmos completos. Queremos alguém que encaixe em nós, mas temos dificuldade em encaixar na vida dos outros. Queremos pessoas que preencham o cenário que montamos da nossa vida, mas muitas vezes esquecemo-nos de moldar o nosso mundo às pessoas que nele entram.
E acabamos a sentir-nos sozinhos, no meio de imensa gente.
Preocupa-me especialmente a relação entre duas pessoas, uma ligação amorosa. Com o tempo, com as conversas e desabafos que ouço, dou-me conta do quanto esse é um terreno complexo, e cheio de minas. E porquê? O amor não deveria ser mais simples?
Vejo pessoas que, pela geração a que pertencem, mantêm-se em casamentos infelizes (acho que até o conceito de casamento da época deles é diferente do actual). Acordam, vivem e dormem ao lado de uma pessoa que não os preenche, não os sente, e não sentem. São dois conhecidos estranhos, já se viram até ao fundo da alma, e desistem de se conhecer mais, não se dando conta de que estamos sempre a mudar e há sempre algo para conhecer. Entristece-me falar com estas pessoas, e ver que se conformam em não serem felizes. Deixam a vida passar-lhes diante dos olhos.
Mas o oposto também se tem manifestado uma triste realidade. Pessoas que, nos seus 40 e tal anos, ficam sozinhos pelos mais diversos motivos (divórcios, viuvez ou até mesmo por nunca terem casado), e entram numa selva cheia de feras e armadilhas. Procuram alguém, todos eles. Mas não se vêem. Todos têm medo, todos se defendem. Estão tão habituados a um modo de vida, que não conseguem adaptar-se a alguém. São corações fechados, que querem mas não confiam no amor. Não estão dispostos a mudar para se enquadrarem com a outra pessoa, e assim apenas sofrem, e separam-se. É uma busca constante, infrutífera. É uma solidão avassaladora…
Pegando na ideia dos solteiros, também me surpreende a quantidade de pessoas que hoje em dia, constroem uma vida só. Dizem não precisar de ninguém, e apreciarem a liberdade de terem o seu espaço todo para fazerem o que desejam e como desejam. Habituam-se a isso, e depois, quando o coração cede à atracção natural por alguém, têm o problema que referi antes: não conseguem ter alguém na vida deles, nem estar na vida de ninguém. E passa-se assim uma vida, com muitos amigos, e um ou outro companheiro ocasional. E muita falta de amor…
E há ainda aqueles que, casando, não precisam de muito para resolverem divorciar-se. São opostos: uns entregues e conformados com um casamento infeliz, outros que nem tentam resolver os problemas.
Não quero com esta reflexão julgar as escolhas de ninguém, de modo nenhum. Estou a ser sincera quando digo que esta instabilidade me preocupa. Acredito que grande parte dela vem do facto de sermos cada vez mais livres nas possibilidades infinitas de escolhas para a nossa vida. Antes, casávamos com alguém da nossa rua ou das imediações mais próximas. Hoje, temos os nossos horizontes tão alargados, que a escolha nos faz perder e acabar por não nos satisfazer com nada. Acreditamos que há sempre melhor. E não raro, acabamos a viver o Presente sem o viver realmente.
Preocupa-me que assim estejamos a transformar-nos numa humanidade incrivelmente solitária, apesar de cada vez mais os meios sociais se expandirem, e podermos até ter amigos do outro lado do mundo. Temos tanta coisa à nossa volta, que nunca chegamos realmente a conhecer as pessoas, e ninguém chega a conhecer-nos a nós. E isso distancia-nos cada vez mais do nosso objectivo de sermos felizes.
Espero que possamos em breve perceber que a felicidade passa também por abrirmos o nosso mundo àqueles que estão connosco, e querermos também entrar no mundo dessas pessoas. Só de mãos dadas conseguiremos caminhar seguros rumo ao que tanto desejamos.
De facto, o amor é simples… Nós é que o complicamos.


Sinto-me: Em crónica

Desânimo


É incrível [e péssimo] como basta uma conversa de poucos minutos para nos estragarem o dia, nos tirarem o pouco ânimo que possamos ter, e dar-nos vontade de desistir de tudo e simplesmente levarmos uma vidinha estúpida...


Sinto-me: Desamparada e cansada.

Espaço

Não mantenho este blog por achar que alguém o lê. Não tenho nada de interessante para contar, nem me acontece nada de interessante. Escrevo para mim. E adoro.


Sinto-me: Em busca da minha luz interior.

Mensagem do Buda #[50]

«Ó escravo do desejo, flutua sobre a corrente.
Pequena aranha, deixa-te ficar na tua teia,
ou então abandona as tuas mágoas pelo caminho.»
O Dhammapada de Buda Gautama, Séc. 5 A.C.


"O mundo em que vive é criação sua, tal como a aranha que constrói a teia do seu próprio ser e depois é apanhada por ela e não pode escapar. O mundo é projectado pela sua própria mente, você projecta milhares de desejos. É assim que constrói a sua teia e fica preso nela. Alguns ficam presos no desejo do poder, alguns são apanhados pelo desejo da renúncia, alguns são apanhados pelo desejo do paraíso - tudo desejos! Um homem que compreenda verdadeiramente não deseja. Ele vive no momento e desfruta do que quer que haja na sua totalidade. Ele espreme cada momento, ele bebe cada momento! Ele come o que quer que haja. Ele dorme, mas é integral no que quer que faça."


A Descoberta de Buda - Osho


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Parabéns PETA!!!

É com imensa alegria que escrevo o meu post número 100. Sim, eu sei, este blog é pequenino e com zero leitores (na verdade, acho que escrevo e só eu leio, lol), mas 100 é para mim um número grande.

Mas mais ainda, é com muita alegria que escrevo este post sobre uma notícia fabulosa. A PETA, uma associação que defende afincadamente os direitos dos animais, conseguiu hoje uma vitória incrível.
Após meses de investigação, conseguiram recolher provas suficientes e explícitas de maus tratos e crueldades impensáveis aplicadas em animais numa empresa de testes laboratoriais, onde os pobrezinhos sofriam nas mãos de técnicos, funcionários, etc...
Pela apresentação de uma queixa de 70 páginas ao Departamento da Agricultura na América, conseguiram que após uma semana, fosse ordenado o encerramento definitivo do laboratório em causa, e os 200 animais restantes entregues a instituições de apoio que poderão depois encaminhá-los para adopção.

Não tenho palavras para expressar:
1 - A alegria de uma vitória tão importante
2 - A gratidão a todos aqueles que tornaram isso possível
3 - O asco em relação àqueles que se dizem "humanos" e maltratavam estes animais.


Para saberem mais, vejam aqui e aqui.


Sinto-me: FELIZZZZZZZZZ

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Encontros de Paz

Há dias em que o céu carregado de nuvens nos pesa na cabeça, e chega mesmo a provocar dor. Cansa, dá vontade de deitar, ficar no silencio. E não raro, tal não é possível.

Mas é surpreendente como muitas vezes, algo nos surpreende e enche o coração. Não é preciso muito.
Para mim, bastou um gesto de carinho...

Seguia a pé pela rua, em Ílhavo. distraída nos pensamentos e na dor de cabeça, e no meu caminho, sentado no passeio, um gato. Adulto, sem duvida, e também absorvido nos seus pensamentos. Quis o destino que, por momentos, nos cruzássemos.
Parei, estiquei a mão e chamei. Sem hesitar, ele caminhou até mim, e toquei-lhe. Deliciou-se. Deliciei-me.
Roçou nas minhas pernas, fiz mais carinhos, no lombo, na cabeça, no queixo.
Encheu-me a alma ver a expressão de satisfação dele com as minhas festinhas.
E segui feliz. Obrigada, Pai.

sábado, 11 de setembro de 2010

Sonhos.

Ainda espero pelo único sonho que sei que jamais virá...


Sinto-me: ...

Inspiração #1


"Pelo menos três vezes por dia,
ponha-se de pé, com os braços
bem abertos e diga:

«Eu quero deixar o amor entrar.
É seguro deixá-lo entrar.»"


EU MEREÇO SER AMADA

"Não temos de conquistar o direito ao amor, tal como não temos de lutar pelo direito de respirar. Temos esse direito porque existimos. Você tem o direito de amar porque existe. É tudo quanto precisamos de saber. Você é merecedor do seu próprio amor. Não permita que os seus pais ou as opiniões negativas da sociedade ou preconceitos sociais o levem a pensar que não é suficientemente bom. A realidade do seu ser é que você é merecedor de todo o amor. Aceite isto e tenha-o bem presente. Quando o fizer realmente, vai descobrir que as pessoas o consideram digno de ser amado."

Louise L. Hay - Pensamentos do Coração

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

3D???

Não me seduzem os filmes em 3D. E o pior, é que agora aquilo está na moda. Não importa se o filme em causa tem sequer perfil para ser em 3D. Se não tem, passa a ter.

Ninguém me tira a ideia que este é apenas mais um modo de justificar que os bilhetes de cinema fiquem mais caros. E a coisa piora. Antes, ver um filme em 3D no cinema significava ter de pagar 2€ extra (como se o valor de base não fosse já puxadote), pelo efeito de o Vin Diesel parecer saltar fora do ecrã e pelos óculos que surtem esse efeito (caso contrário, a imagem é tão tremida, que nos cremos vesgos).
Mas agora.. Agora abusam. Já não é obrigatório comprar os belos dos óculos (que pena, são tão bonitos), pelo que se paga apenas o 3D. E quanto se paga? Ora, meus amigos... A simples quantia de: 2€!!
Se nos esquecermos dos óculos que tínhamos em casa, damos um segundo extra de 0,50€.

Ora vamos lá a contas (que o meu tempo de escola já vai longe, mas acho que ainda sei fazê-las)...
Se o bilhete 3D antes era 2€ extra com direito a óculos, e isso implicava ficarmos com uma colecção de óculos em casa, sem os óculos não deveria passar a ser apenas 1,50€?
Mas alguém se enganou nas contas... Pagamos os mesmos 2€ para trazermos os óculos de casa, e temos de ficar todos contentes porque "agora já não me obrigam a ter sempre uns óculos novos!".
Se assim é, acho que vou personalizar os meus. Pintá-los e colar umas estrelinhas muito fashion, ou algo assim.

E sabem o que mais? Na maioria dos filmes nem sequer se nota o 3D. O último que vi, por exemplo, posso jurar que o único efeito em 3D ali eram as legendas...
Isso, e nós todos lá dentro, com aqueles "óculos de cara de parvos"...


Sinto-me: Enganada..

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A vida está para os espertos...

Há dias ouvi uma conversa que me irritou profundamente. Tive vontade de esbofetear a pessoa, e só não me manifestei porque estava em casa da mesma.

Neste país onde se fala tanto de crise, em que quem trabalha é sobrecarregado cada vez mais com impostos e menos beneces por parte do Estado, mas há sempre dinheiro para obras sem nexo e desnecessárias... E há dinheiro para sustentar malandros.
Malandros daqueles de excelente saúde, mas que lhes dá gosto passar a vida na cama até as 12h, e passar a tarde no café a falar da vida dos outros. Malandros daqueles a quem o nosso governo paga um salário por esse mesmo trabalho, serem malandros. Sim, que hoje em dia ser malandro é muito duro, dá que fazer.

Os bolsos de quem nada faz são cheios com centenas de euros. É o rendimento mínimo garantido, são as ajudas pelo agregado familiar, são os extras por tudo e mais alguma coisa. E depois, para quem finge não trabalhar - não fazendo descontos -, ainda pode apresentar-se ao nosso governo generoso como um coitadinho sem emprego, e mete mais umas milenas ao bolso. Uma coisa é certa: para trabalhar não têm capacidade (coitadinhos!), mas para andarem a chafurdar a descobrir tudo o que existe de bónus que o estado dá, aí já se mexem.

Ora nós, que trabalhamos por recibo verde, que damos o corpinho e a inteligência todos os dias, levantamos da cama, e pagamos a segurança social e os nossos deveres como trabalhadores legais, quando ficamos doentes temos direito a... Junta médica e um chuto no rabo.

Irritou-me profundamente ouvir um desses parasitas da sociedade explicar a quantidade de euros que recebe todos os meses, para ter uma vida de descanso, e pensar que pago para isso.

"E se me tirarem o rendimento mínimo, já sei o que vou fazer. A minha amiga está a fazer um curso profissional, e ganha 500€ e mais 200€ para o infantário da filha, e nem gosta nada daquilo, não quer nada trabalhar naquela área. Quando terminar vai inscrever-se noutro, e eu faço a mesma coisa."

Dá vontade de socar, não?


Sinto-me: Irritada

Maravilhas do IPhone

Sempre me chamou a atenção o IPhone, já desde os tempos remotos do seu lançamento. É certo que nunca pensei vir a ter um, mas... Agora que tenho, estou a adorar!
Até tem uma aplicação para colocar posts no blog, directamente. Excelente! :D

Minhas mãos

Quero agarrar o mundo com as mãos... Mas tenho mãos tão pequenas, e dedos compridos e esguios que deixam escapar tudo.

N.Y., N.Y....


Ando com uma panca de sentir imensas saudades de Nova Iorque e do seu estilo de vida...

Detalhe interessante: Nunca lá fui sequer...


Sinto-me: Com saudades.

Raio de Google Imagens

Serei a única a não gostar lá muito do novo modo como o Google apresenta as pesquisas de imagens...?

Dias de chuva


Podem rogar-me pragas, se quiserem... Mas já me souberam bem estes dias de chuva!


Sinto-me: No meu mundo imaginário