Há dias ouvi uma conversa que me irritou profundamente. Tive vontade de esbofetear a pessoa, e só não me manifestei porque estava em casa da mesma.
Neste país onde se fala tanto de crise, em que quem trabalha é sobrecarregado cada vez mais com impostos e menos beneces por parte do Estado, mas há sempre dinheiro para obras sem nexo e desnecessárias... E há dinheiro para sustentar malandros.
Malandros daqueles de excelente saúde, mas que lhes dá gosto passar a vida na cama até as 12h, e passar a tarde no café a falar da vida dos outros. Malandros daqueles a quem o nosso governo paga um salário por esse mesmo trabalho, serem malandros. Sim, que hoje em dia ser malandro é muito duro, dá que fazer.
Os bolsos de quem nada faz são cheios com centenas de euros. É o rendimento mínimo garantido, são as ajudas pelo agregado familiar, são os extras por tudo e mais alguma coisa. E depois, para quem finge não trabalhar - não fazendo descontos -, ainda pode apresentar-se ao nosso governo generoso como um coitadinho sem emprego, e mete mais umas milenas ao bolso. Uma coisa é certa: para trabalhar não têm capacidade (coitadinhos!), mas para andarem a chafurdar a descobrir tudo o que existe de bónus que o estado dá, aí já se mexem.
Ora nós, que trabalhamos por recibo verde, que damos o corpinho e a inteligência todos os dias, levantamos da cama, e pagamos a segurança social e os nossos deveres como trabalhadores legais, quando ficamos doentes temos direito a... Junta médica e um chuto no rabo.
Irritou-me profundamente ouvir um desses parasitas da sociedade explicar a quantidade de euros que recebe todos os meses, para ter uma vida de descanso, e pensar que pago para isso.
"E se me tirarem o rendimento mínimo, já sei o que vou fazer. A minha amiga está a fazer um curso profissional, e ganha 500€ e mais 200€ para o infantário da filha, e nem gosta nada daquilo, não quer nada trabalhar naquela área. Quando terminar vai inscrever-se noutro, e eu faço a mesma coisa."
Dá vontade de socar, não?
Sinto-me: Irritada
Neste país onde se fala tanto de crise, em que quem trabalha é sobrecarregado cada vez mais com impostos e menos beneces por parte do Estado, mas há sempre dinheiro para obras sem nexo e desnecessárias... E há dinheiro para sustentar malandros.
Malandros daqueles de excelente saúde, mas que lhes dá gosto passar a vida na cama até as 12h, e passar a tarde no café a falar da vida dos outros. Malandros daqueles a quem o nosso governo paga um salário por esse mesmo trabalho, serem malandros. Sim, que hoje em dia ser malandro é muito duro, dá que fazer.
Os bolsos de quem nada faz são cheios com centenas de euros. É o rendimento mínimo garantido, são as ajudas pelo agregado familiar, são os extras por tudo e mais alguma coisa. E depois, para quem finge não trabalhar - não fazendo descontos -, ainda pode apresentar-se ao nosso governo generoso como um coitadinho sem emprego, e mete mais umas milenas ao bolso. Uma coisa é certa: para trabalhar não têm capacidade (coitadinhos!), mas para andarem a chafurdar a descobrir tudo o que existe de bónus que o estado dá, aí já se mexem.
Ora nós, que trabalhamos por recibo verde, que damos o corpinho e a inteligência todos os dias, levantamos da cama, e pagamos a segurança social e os nossos deveres como trabalhadores legais, quando ficamos doentes temos direito a... Junta médica e um chuto no rabo.
Irritou-me profundamente ouvir um desses parasitas da sociedade explicar a quantidade de euros que recebe todos os meses, para ter uma vida de descanso, e pensar que pago para isso.
"E se me tirarem o rendimento mínimo, já sei o que vou fazer. A minha amiga está a fazer um curso profissional, e ganha 500€ e mais 200€ para o infantário da filha, e nem gosta nada daquilo, não quer nada trabalhar naquela área. Quando terminar vai inscrever-se noutro, e eu faço a mesma coisa."
Dá vontade de socar, não?
Sinto-me: Irritada



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