domingo, 31 de outubro de 2010

Finalmente

Finalmente, já passou o último dos cinco casamentos que tinha este ano. Não tenho nada contra casamentos, outrora já tinha imaginado o meu (lol), mas cinco num só ano... É dose.
Assim, aqui fica o balanço matrimonial de 2010:
- 5 casamentos
- 4 cerimónias católicas, 1 não religiosa
- 4 quintas, 1 restaurante
- 3 dias de calor, 1 dia de calor extremo, 1 dia de chuva e frio
- 5 noivas bonitas
- 5 enforcados ( :p )
- 4 padres (1 maluco, 1 com uma grande lata, 1 "homofóbico" e 1 que me fez pensar) e 1 juíza da conservatória
- 5 sessões de comida até não poder mais
- 4 vestidos e um conjunto de calça e blusa
- 5 sessões de música (por vezes para dormir, por vezes animada, por vezes pimba...)
- 2 em que perguntam quando é o meu, 1 em que perguntam à minha companhia quando é o dele, 2 onde me deixaram em paz com a pergunta "Então e tu, quando casas?"
- 1 papagaio simpático que disse "Olá, 'tás boa?"
- 2 carros de noivo vandalizados (1 conduzido com orgulho, 1 lavado pelo noivo antes de sair - BAH!)
- 0 (zero) despedidas de solteiro
- Fotos, fotos, fotos...
- A alegria de ver um amigo do coração a casar
- A sensação de o tempo estar a passar por mim, e eu a ver

O que será que me espera em 2011...?

domingo, 24 de outubro de 2010

Que chatice!

Porque será que quando finalmente entramos numa fase em que sentimos de algum modo a inspiração para um novo projecto, para criar algo que amamos e queremos que seja a nossa vida, APARECEM MIL E UMA COISAS A DIFICULTAR?
No meu caso, o problema geralmente resume-se pelo facto de não ter tempo quando tenho a inspiração, ou não ter inspiração quando tenho o tempo. Mas agora... O tempo apresenta-se mais em aberto, e a inspiração está a mil... E os imprevistos inundam-me, impedindo-me de concretizar o desejo. Bolas... Que universo tão desencontrado este em que vivo...
Acabo a sonhar-me vencedora do Euromilhões, e a partir rumo a paragens mais tranquilas durante uns meses, para assim concretizar os meus projectos e sonhos. Talvez deva começar a jogar...


Sinto-me: Inundada

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Cansaço

Ultimamente domina-me um cansaço inexplicável. É um cansaço de tudo, que domina, arrebata numa apatia de quem faz férias mentais forçadas e sem sair do sítio.
Cansaço físico, mental, emocional... E até espiritual. Daquele em que desejamos ter um botão de desligar, fechar os olhos e simplesmente parar no tempo. Parar de pensar, de sentir. Esquecer o passado e o futuro, e não querer saber do presente.
Um cansaço que roça a exaustão, e ameaça a desistência.
E o mundo continua a girar à nossa volta, e guardamos dentro de nós os nossos pensamentos e emoções, porque sentimos que de nada vale falar. Ninguém entende, e nada muda. Entupimos, até ao dia em que havemos de rebentar.

É... Sinto-me muito cansada. Vou dormir. Até.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O maior foguete do mundo

Ontem fui ver o maior foguete do mundo. Sentada na margem do rio Douro, do lado do Porto, esqueci o frio da noite. Após um pequeno espectáculo de fogo preso, todos esperavam pelo famoso foguete.
Para a maioria da assistência, foi uma desilusão. Dei-me conta de que esperavam uma explosão atómica, que além do famoso cogumelo de fumo, estremecesse a terra e lhes arrancasse os olhos. Fartaram-se de criticar quando perceberam que na verdade não tinham apreciado o melhor foguete do mundo em acção. Eu vi-o.
Subiu, num som imponente em tons verde e azul, e numa ligeira curva, rebentou com um estrondo que fez abalar o chão onde estava sentada. Após esse, outro semelhante, mas um pouco menos intenso. Igualmente bonito. Gostei.
Digam o que disserem, gostei.
E depois, um outro espectáculo de fogo de artifício, com dois tipos de foguete que nunca tinha visto.
Para quem não aprecia fogo de artifício, este foi especial. Não se passou numa romaria barulhenta, entre as luzes e sons estridentes de carrocéis. Espelhou-se sobre o leito de um rio maravilhoso, numa noite de luar, com o abraço da brisa e o som das águas vivas. Muito melhor.

iPhone experience

Mais um programa de edição de blogs a ser testado no meu iPhone.. Será melhor do que o iBlogger? Em breve, novidades...
Tcham tcham tcham tchammmmmmm

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

...

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARGH

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Feriados agridoce

Para mim, os feriados têm um gosto agridoce...
São bons porque começam e sentimos que vamos poder fazer imensas coisas óptimas com o nosso tempo...
São péssimos porque acabam depressa, e não fizemos nada daquilo que gostaríamos de ter feito.


Sinto-me: à espera do próximo

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O tempo

Não seria totalmente novidade que o tempo tem um papel crucial para nós. Mais do que aquilo que eu gostaria, para dizer a verdade.
Sei o quanto o tempo é imprevisível. Como ele nos surpreende quando esperamos uma coisa, e depois isso muda. Muda a coisa, muda o nosso desejo dela. A espera muda-nos. E não raro, quando nos damos conta, percebemos que se calhar já nem queremos aquilo por que estávamos a esperar.
O tempo é assim matreiro. Apanha-nos desprevenidos, e deixa-nos desprevenidos quando liberta no Presente o que no Passado esperávamos para o Futuro.
E é por isso que é tão difícil sermos amigos do tempo, apesar de andarmos sempre de mãos dadas. Nós à espera que ele se decida; ele à espera que mudemos de ideias para se decidir.