Na vida, cometemos muitos erros. Por nossa inocência, por desconhecimento, por confiarmos.
Os nossos erros são diários.
Há erros pequenos, que pouco afectam e de fácil solução.
Há erros médios, impensados, que ensinam.
Há erros grandes, que marcam, esmagam, sem solução.
Muitos erros. Erros que vemos, que não vemos, que demoramos a perceber.
Erros que despertam, transformam. Erros que bloqueiam, arrependem.
E por incrível que pareça, apesar da nossa longa experiência com tantos erros na vida, nunca deixamos de errar. Todos.
Os erros são universais, e não devem ser um martírio de culpa. Não devemos julgar os erros alheios. Também erramos, e podemos ser julgados por carrasco semelhante.
Ninguém gosta de errar. Ninguém faz de propósito para errar. Apenas se cai, e se levanta.
Se errei? Sim. Se aprendi com os erros? Sim, com a maioria. Se voltarei a errar? Certamente. Só espero conseguir sempre dar-me conta disso, e rectificar. Sempre.
Sinto-me: em aprendizado.
Os nossos erros são diários.
Há erros pequenos, que pouco afectam e de fácil solução.
Há erros médios, impensados, que ensinam.
Há erros grandes, que marcam, esmagam, sem solução.
Muitos erros. Erros que vemos, que não vemos, que demoramos a perceber.
Erros que despertam, transformam. Erros que bloqueiam, arrependem.
E por incrível que pareça, apesar da nossa longa experiência com tantos erros na vida, nunca deixamos de errar. Todos.
Os erros são universais, e não devem ser um martírio de culpa. Não devemos julgar os erros alheios. Também erramos, e podemos ser julgados por carrasco semelhante.
Ninguém gosta de errar. Ninguém faz de propósito para errar. Apenas se cai, e se levanta.
Se errei? Sim. Se aprendi com os erros? Sim, com a maioria. Se voltarei a errar? Certamente. Só espero conseguir sempre dar-me conta disso, e rectificar. Sempre.
Sinto-me: em aprendizado.



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