Por vezes imagino como seria libertador subir ao alto de um monte, e na beira do penhasco, onde o mundo beija o céu com a sua língua rochosa, gritar todas as memórias, todas as tristezas, as mágoas, os rostos feridos, as lágrimas desperdiçadas, os sonhos fugidos no vento...
As alegrias... Essas não as grito. Aquelas em que acredito, guardo no coração.Sinto-me: Grata pelos anos bons.



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