quarta-feira, 23 de março de 2011

Pequenina como uma noz

Há situações que nos fazem sentir pequenos. Quando chegamos a um momento de "pendência", sem rumo certo, e em que não compreendemos a maioria das coisas que nos acontecem.
São as dúvidas que nos assaltam sem pedir licença, baralhando ainda mais o que na nossa cabeça já não tinha ordem. É a dificuldade de nos encaixarmos num contexto temporal, e perceber onde ele nos leva.
E lidar com pessoas, ainda complica mais. As pessoas são todas muito diferentes. Todas esperam diversas coisas de nós, coisas essas que, na maioria dos casos, nem seremos jamais capazes de lhes dar e cumprir as suas expectativas. E como o tempo muda as pessoas, a situação piora.
Deixamos de compreender o que fazer, como fazer, quando fazer. Deixamos de ter a capacidade de captar as intenções, os sentimentos, nossos e dos outros. É como um barco à deriva, sem saber bem que direcção deverá tomar. Ouve as ondas de rádio, estimulando o seu lado racional, e ouve as ondas do mar, apelando à emoção. E o próprio mar é sempre um mistério.
Tudo isto acaba por cansar. E depois, acabamos a escrever posts como este, sem pés, nem cabeça...


Sinto-me: pequena.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Finalmente... A Primavera!

Gosto da Primavera. Mais do que de qualquer uma das outras estações do ano. Sim, é verdade que adoro a chuva, sobretudo se estiver num local quente e com grandes vidraças a deixarem as gotas escorrer... Mas as cores da Primavera dão-me outro ânimo.

Bem-vinda!

sábado, 12 de março de 2011

Passado

Por vezes, damo-nos conta de que sempre tivemos as mãos vazias.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Saudades #1


... De receber uma flor.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Momentos

Não é preciso muito para criar um bom momento, daqueles que fazem valer a pena ter levantado da cama.
Um bom momento pode estar assente numa música, num bom livro, num sorriso, ou até num dia de chuva.
Pode até mesmo vir no silencio de um olhar cúmplice, sem palavras mas cheio de pensamento.
Um bom momento pode ser de pele, de caricia, de fechar os olhos e sentir. De esquecer o resto do mundo, e ouvir o bater do coração e o sangue quente nas veias.
Momentos podem ser planeados, espontâneos. Podem estar ao virar da esquina, do outro lado do mundo, ou dentro de nós.
Fazem o coração acelerar, a respiração explodir, os joelhos tremer.
Um bom momento pode ser um abraço, um beijo, um calor.
Mas aquece a alma, sempre. Mesmo que seja apenas por um momento...


Sinto-me: A viver.